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Evoluir sempre

O que O Irlandês e a toda a filmografia de Martin Scorsese têm a ensinar para os empreendedores de hoje. Martin Scorsese é um dos maiores diretores da história do cinema. O maior, entre os que ainda estão entre nós. Junto com Spielberg, Coppola, de Palma e Lucas reinventou o cinema nos anos 60 e 70 depois da crise dos estúdios dos anos 50. E desde lá Scorsese nunca deixou de produzir em alto nível. Um ou outro filme podem ter passado despercebidos, mas dificilmente algum deles pode ser considerado ruim. Um dos motivos desse alto nível de produção pode ser respondido pelo seu estilo de direção. Scorsese tem um jeito único e inegável em seus filmes. O modo como ele faz cinema já é famoso e cria uma atmosfera única para seus filmes. Mas o mais incrível é que mesmo não abrindo mão de seu estilo, ele nunca deixou de inovar e evoluir sua técnica. Scorsese chegou ao ápice muito rápido. Taxi Driver, de 1976 e apenas seu quinto filme dirigido, é presença constante na lista de melhore...

Marketing como direcionador de inovação nas empresas

Cada vez mais as empresas passam por importantes transformações internas e perante ao mercado. E é dever do marketing acompanhar e nortear essa evolução Mudança! Sem sombra de dúvidas a palavra que mais gera calafrios e provocações há um bom tempo dentro das empresas. Dificilmente uma grande organização pode dizer que é a mesma de cinco anos atrás. O mundo atual exige adaptações para manter sua jornada de crescimento ativa e protagonista dentro do mercado. E para se adaptar aos novos tempos, cada vez mais surgem novos cargos e posições justamente para compreender e absorver essa pressão contínua dentro das empresas. Nesse contexto incluem-se desde consultorias específicas para decisões corporativas a equipes de gestão de mudanças totalmente novas, investimentos em inteligência empresarial, reposicionamento e análise de novos mercados, transformação digital e novos departamentos para tratar exclusivamente de inovação. Todos esses movimentos se fazem necessários e vem apresenta...

Mais rostos, menos logos

Cada vez mais as marcas vêm ganhando rostos, sejam eles internos, baseados na imagem de seu principal gestor, sejam externos junto a celebridades ou influenciadores. Tudo em busca de uma conexão e proximidade maior com seu público-alvo. É compreensível entender a preocupação das empresas em assimilar sua marca a uma personalidade ou celebridade em específico. O motivo é o risco do vínculo com a pessoa poderia comprometer a imagem da marca caso esta fique exposta a algum escândalo ou reputação ruim. Recente caso é o de Neymar, que no período do vexame na Copa do Mundo de 2018 até o escândalo com mulheres acabou perdendo importantes patrocinadores. A questão é que cada vez mais construir vínculo com o público-alvo se mostra necessário e aproximar marcas a pessoas vem sendo uma decisão cada vez mais trabalhada pelas empresas. A ação realizada pela Nike com o jogador de futebol americano Colin Kaepernick é um exemplo. Em 2016 o quarterback se ajoelhou durante a execução do hino n...

Conteúdo é o novo marketing

Quatro dicas para entregar conteúdo a sua estratégia de marketing e trazer público para a sua marca Há um bom tempo temos discussões sobre o crescimento do marketing de conteúdo e a importância e necessidade que este vem ganhando nos últimos anos. Falar sobre assuntos relevantes para o consumidor, ao invés de simplesmente divulgar seu produto parece lógico, e é justamente por essa lógica que vem ganhando importante relevância ultimamente. A questão é que, uma vez detectado esse novo sentido para as vendas, o segundo passo é de compreender a forma de se comunicar com este consumidor, para isso, algumas noções são de extrema importância para a construção de um conteúdo que faça sentido a que o receber: 1) Entenda o que seu consumidor quer O problema do seu público precisa ser muito claro e tangível. Compreender de forma lúcida a esta necessidade é passo crucial que deve nortear toda a construção e posicionamento de seu produto para o mercado 2) Saiba a forma como ele q...

Quem vende o seu produto é a sua marca

Quatro fatores importantes para a construção de uma marca sólida Na terceira temporada da série House of Cards, enquanto Claire Underwood organiza sua campanha para uma determinada disputa eleitoral recebe importantes dados de sua equipe de marketing. Segundo pesquisas com eleitores, a imagem da candidata com cabelos loiros se mostrou mais simpática ao público do que com cabelo escuro e, consequentemente, traria mais votos. O resultado da pesquisa faz Claire mudar não apenas a cor do cabelo como também suas roupas, expressões faciais, discursos, etc. Sim, somos totalmente influenciados pela imagem que criamos de algo, não apenas na política, mas em tudo, inclusive empresas. Quanto mais uma marca se mostrar empática e agradável, mais confiaremos e teremos abertura para ela. O exemplo dado na série é um típico teste A/B, cada vez mais comum e utilizando hoje em dia, principalmente em meios digitais. Porém, ter uma imagem empática e próxima ao seu público é apenas o primeiro pa...

Análise de caso – marca L’Or

Como a L’Or acertou em cheio na sua estratégia de marketing e precisou de “zero propaganda” para chegar a isso. Diferente do que muitos pensam (ainda), o marketing não está restrito apenas a propaganda de um produto. Uma estratégia de marketing bem construída perpassa praticamente por todas as etapas de desenvolvimento de um produto ou serviço, da concepção a sua morte. A entrada da L’Or no mercado brasileiro é um bom exemplo de como executar uma estratégia bem sucedida nas etapas prévias de produção até a chegada ao consumidor final. Veremos aqui algumas delas: Posicionamento: A marca está posicionada na categoria de cafés premium, e construiu toda a sua trajetória buscando uma aproximação com o público consumidor dessa categoria. Por se tratar de um mercado relativamente restrito, a empresa também destinou esforços para atrair novos adeptos e curiosos, ação justificada visto algumas de suas estratégias tomadas que veremos a seguir. Outro fazer relevante é a estratégia de ...

Intraempreendedores

Vem crescendo o número de pessoas que deixam as empresas para abrir seu próprio negócio. Junto a isso, as empresas reclamam da falta do um “espírito empreendedor” em seus funcionários. Não chegou a hora de unir empreendedorismo e carreira profissional? Entre as discussões sobre o futuro do trabalho, me chama a atenção o debate sobre como as empresas vão lidar com funcionários que tem planos de empreender e veem a carreira dentro da empresa como uma etapa de passagem para atingir seu objetivo. Não é regra, mas normalmente pessoas com características empreendedoras possuem habilidades profissionais que as empresas mais procuram. E se desfazer desses profissionais sempre gera grande trabalho e adaptações até encontrar novos profissionais para substituir. As empresas já caminham para conter esses funcionários oferecendo vantagens, recompensas e cargos mais atrativos. O Google, por exemplo, permite que 20% da jornada de trabalho de seus funcionários seja para trabalhos pessoais....