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Anuncie de graça para a audiência do BBB

O BBB 22 nem começou e já superou os R$ 600 milhões em patrocínios. Mas não é só a Globo que pode lucrar com o programa. Muitas empresas aproveitam o hype do programa que inevitavelmente prende a atenção das pessoas para construir conteúdo e mídia e, assim, gerar mais engajamento e resultado para a marca. Algumas ações simples de fazer: Interagir com seu público usando o tema BBB Relacionar ofertas, promoções ou cupons de desconto com as provas ou participantes O conteúdo digital tende a ter mais engajamento se vinculado com hastags e marcações que estão em alta, como é o caso do programa. Decoração ou interações no ponto de venda alusivas ao programa Ampliar os assuntos gerados pelo programa (terão vários) que tenham conexão com seu negócio. E sempre: cuide de questões como direitos de imagem e só faça algo após diagnosticar que aquilo tem conexão com o que a sua marca acredita e quer transmitir.  Importante: A pauta aqui não é a sua opinião sobre o Big Brother. É uma oportunidade...

Os mestres já foram superados?

 O “novo marketing” que estamos conhecendo já há alguns anos vem trazendo desafios inéditos aos profissionais do setor. E cada vez mais questionando as teorias daqueles que o conceituaram  Sobre a publicidade: Há alguns meses uma entrevista do genial publicitário brasileiro Washington Olivetto à Época Negócios, ganhou destaque na imprensa por suas críticas ao uso excessivo de dados na propaganda em detrimento da criatividade. Olivetto argumenta que a publicidade atual está chata. Em uma segunda fala, ele diminui a importância dos influenciadores e dos creators atuais, apontando que são uma evolução dos “garotos-propaganda” do passado e não representam nada de novo. Nas falas dele: “Você pode ter até alguns personagens interessantes, mas são uma absoluta minoria, e estes vão desaparecer rapidamente”. Apesar de respeitar absurdamente toda a trajetória do publicitário, não há como eu discordar mais dele nesses dois dois pontos. Dados, marketing de influência e tecnologia é o que ...

Media for equity

O modelo que vem para dar novos rumos para o marketing de influência e o personal branding só está começando a dar as caras no Brasil e pode pôr fim ao modelo de negócios de publicidade como conhecermos Equity significa o patrimônio líquido da empresa, ou sua participação societária. Nesse contexto, equity representa os valores que os sócios e proprietários têm na empresa.  E mídia é mídia. Unir os dois termos significa trocar a cobrança de um determinado valor de “propaganda” ou serviços por participação na empresa ou nas vendas. As formas de como o  acordo pode ser realizado são as mais diversas, mas o pressuposto é ter o envolvimento da empresa ou profissional contratado no resultado da companhia contratante.  Todo produto ou serviço precisa de visibilidade para gerar venda, e este é o principal ativo oferecido por esses parceiros de mídia. O atual e tradicional caminho a ser seguido pelas empresas até então é a propaganda. Ou seja, pagar determinada quantia por um esp...

NFTs e tokens digitais

Assim como existia um mundo antes e depois da internet, a ascensão do blockchain permitirá um novo capítulo da nossa atual era digital, e as NFTs e demais tokens digitais são apenas o início dessa revolução. No dia 25 de novembro, o dicionário inglês Collins elegeu NFT (mesmo sendo uma sigla), a palavra do ano, definindo-a como “uma colisão única de arte, tecnologia e comércio”. Além disso, o Collins destacou ainda que o uso do termo decolou mais de 11.000% no ano passado, o que o tornou "onipresente". NFT é uma sigla para non-fungible tokens, ou na tradução, tokens não-fungíveis, e une dois conceitos importantes para sua compressão: o primeiro conceito é de algo não fungível, ou seja, que possui características únicas e não pode ser copiado ou trocado de igual maneira por outro ativo. O dinheiro, por exemplo, é fungível, uma vez que pode se trocar facilmente uma nota de um dólar por outra. Algo não fungível é, por exemplo, uma obra de arte ou uma música, que possui um valor ...

Qual será o futuro das instituições financeiras?

Os grandes bancos brasileiros, que mal conseguiram entender o fenômeno das fintechs, seguem atrasados diante do futuro de um setor que segue em ebulição. Talvez você não se recorde, mas há oito anos o sistema financeiro brasileiro era um mar de tranquilidade. Controlado confortavelmente por cinco empresas, sendo duas estatais e três privadas, os “bancões” como hoje são apelidados, eram (e ainda são) os donos das maiores verbas de publicidade e das marcas mais conhecidas e valiosas do país. Naquele tempo era comum pagar taxas de manutenção de conta e anuidade de cartão de crédito com juros acima de 200% no cartão. Para abrir uma conta era necessário ir até uma agência física e aguardar em filas até ser chamado. O mesmo processo acontecia quando havia a necessidade de algum atendimento especial, tirar dúvidas ou resolver problemas. Esse cenário começou a se transformar em 2013, com o início da penetração das fintechs, principalmente de contas digitais do país. Na época, parecia impossíve...

Porque você deveria assistir aberturas de séries?

 Acessar a Netflix, escolher uma série, dar play, apertar o botão de pular abertura, relaxar e começar a assistir. Essa é uma lógica seguida pela maioria das pessoas e que você que está lendo esse texto, provavelmente está incluso. Minha missão aqui é convencê-lo a não pular mais a introdução de séries e filmes. Aceita o desafio? Principalmente se tratando de filmes, a abertura, ou os créditos iniciais, fazem parte da história e dão pistas de como será o tom de todo o filme. Uma das mais representativas talvez seja a abertura de Seven - Os sete crimes capitais, que utiliza de um estilo próprio e construído para o filme, indicando o tom de suspense e inserindo informações dos próprios criminosos que vamos conhecer durante o longa. Outro exemplo é Alien - o oitavo passageiro, que constrói o título do filme (e o clima de suspense) de uma forma tensa e bela ao mesmo tempo. Porém, mesmo a introdução não contando história alguma, ela deve ser apreciada pelo fator ambiental que representa...

Metaverso

Como a empresa de Mark Zuckerberg visualiza o nosso futuro No último dia 28 o Facebook comunicou a mudança do nome da empresa, passando de Facebook Company Inc. (proprietária, além do Facebook, do Instagram e WhastApp) para Meta Platforms Inc. Muito foi dito sobre os motivos que levaram a mudança, desde criar uma cortina de fumaça para os escândalos divulgados por Frances Hauges e intitulado Facebook Papers (link: https://www.cnnbrasil.com.br/business/facebook-papers-veja-o-que-os-documentos-vazados-revelam-ate-agora/) até uma clara desassimilação da empresa Facebook com a rede social de mesmo nome, que vem perdendo popularidade a cada dia, especialmente com os mais jovens. Ambos são assuntos que renderiam discussões à parte, mas aqui pretendo focar no conceito de metaverso, que há meses vem sendo difundido massivamente pelo Facebook e que Mark Zuckerberg aposta todas as suas fichas para construir seu novo império. O que é metaverso? Segundo a descrição do site Techtudo , “o metaverso ...