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Oscar 2022 - Apostas e preferidos

 Melhores filmes (por ordem de preferência) Drive my car A pior pessoa do mundo Ataque de Cães Mães Paralelas CODA - No Ritmo do Coração Belfast Flee - A Fuga A Filha Perdida Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa Encanto Duna Amor, Sublime Amor Ascension A Felicidade das Pequenas Coisas A Mão de Deus Spencer Licorice Pizza A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas Tick, Tick…Boom! Não olhe para cima Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis Raya e o Último Dragão Luca Apostas: Melhor filme "Belfast" "Não olhe para cima" "Duna" "Licorice pizza" "Ataque dos cães" "No ritmo do coração" "Drive my car" "King Richard: criando campeãs" "O beco do pesadelo" "Amor, sublime amor" Vai ganhar: Ataque de Cães Meu voto: Drive My Car Melhor direção Kenneth Branagh - "Belfast" Hamaguchi Ryusuke - "Drive my car" Jane Campion - "Ataque dos cães" Steven Spielberg - "Amor, sublime ...

Volvo se une à Starbucks para rede piloto de carregamento de veículos elétricos - análise

Posicionamento é a chave para qualquer marca atingir a tão sonhada lembrança na mente do consumidor. No mercado de veículos elétricos a Tesla é, provavelmente, a marca mais lembrada pelo seu pioneirismo. Porém, nos últimos anos as demais multinacionais também vem entrando fortemente nesse segmento, prevendo uma diminuição e até encerramento dos motores a combustão, e tornando os elétricos a nova frente de atuação. É uma enorme revolução, e dá para imaginar o quanto sair na frente nessa disputa, pode gerar uma vantagem competitiva no futuro. A Volvo é uma das marcas que vem apostando muito no novo mercado, uma vez que já anunciou que não vai mais produzir carros a combustão a partir de 2030 . Este exemplo solidifica seu interesse, apesar de serem “apenas” 60 estações de recarga, todas nos EUA , por se tratar de um mercado ainda em crescimento, a intenção fala mais que o resultado em si. A marca sueca busca com isso três objetivos claros: primeiro, investir na construção de uma infraestr...

Aprendizagem x Experiência

Se você tivesse que optar entre uma enorme experiência na sua área ou uma vontade igualmente grande de aprender, qual escolheria? Para Stefan Hyttfors, futurista sueco, não há dúvidas em optar pela segunda opção. Afinal, os novos desafios do mundo pedem respostas para perguntas que ainda nem surgiram. Junto a isso, vem a imagem dos novos protagonistas para estes desafios, que constituem uma liderança sustentável, esta, baseada nos três pilares da sustentabilidade. Em meio as ótimas newsletters da The Shift, me deparei com um texto sobre Stefan Hyttfors, um autor e futurista sueco que debate as possibilidades e as necessidades de um olhar sustentável para o mundo e que destina parte dessa responsabilidade para as empresas e seus líderes. Para estes últimos dá-se o termo liderança sustentável, conectado a seus três aspectos fundamentais: ambiental, social e econômico. De acordo com Hyttfors, o líder de hoje que abraça o conceito de líder sustentável entende que é preciso se adaptar às mu...

Multicanalidade: Conexões entre varejo e instituições financeiras

As operações digitais não necessariamente precisam abrir mão do físico, mas utilizá-lo de uma forma que possa contribuir para a experiência da marca. O Magalu vem fazendo bem isso, gerando mais agilidade e eficiência para a sua logística. As instituições financeiras têm pontos físicos distribuídos por todo o Brasil, que podem representar um potencial enorme de conexão com seu público, se bem aproveitados. Em 2006 o então Magazine Luiza, agora apenas Magalu, precisou tomar uma importante decisão que mudaria os rumos da empresa. Inserida em um cenário digital e com o e-commerce sendo anunciado como o futuro do varejo, a empresa precisava decidir se migraria seu negócio para o digital ou se manteria firme os pés nas lojas físicas. A resposta foi nem um, nem outro, mas os dois. A decisão que hoje é vista como um grande acerto estratégico, foi denominada multicanalidade e busca atender o cliente aonde e da maneira que ele quiser. Porém, na época, a escolha não foi vista com tanto entusiasmo...

E do dia para a noite, sua marca está conectada ao nazismo. Como evitar?

A polêmica gerada pelo apresentador Monark, do Flow Podcast, na semana passada, relembra os riscos e as oportunidades dos patrocínios e parcerias na internet. A internet democratizou e diversificou a forma como as pessoas consomem entretenimento e informação. Se antes tínhamos poucas opções de escolha, hoje encontramos de tudo. Independente do tema ou assunto, sempre existe um site, blog ou canal no YouTube falando sobre. Para as marcas, isso é muito positivo, pois a principal característica desses canais é a segmentação de público. Ou seja, consigo interagir com um público menor, porém mais assertivo ao meu produto. Alguns desses criadores de conteúdo ultrapassam a audiência de nicho e conseguem alcançar multidões. É o caso do Flow Podcast, que conta com mais de 3 milhões de seguidores no YouTube e é um dos podcasts mais ouvidos do Brasil no Spotify. Quando isso ocorre, o interesse das marcas também muda, e os canais passam a atrair pelo tamanho e engajamento da audiência do que pela ...

Marketing fora do escritório

 O uso de dados vêm transformando a área de marketing de maneira acelerada. Mas o olhar apurado para o consumidor e o feeling do marketeiro ainda seguem essenciais.  Marketing nunca foi uma ciência exata. E por mais que os dados venham para tornar a área  cada vez mais assertiva, são tantas as possibilidades para um produto, serviço ou mensagem chegar ao consumidor final, que mesmo muito bem construído, sempre há um risco envolvido. Acrescente a isso um mercado que está em constante mudança e temos um cenário, que, mesmo rumando para um viés de números, ainda carece da percepção humana e do famoso feeling. E quem aqui fala é um entusiasta de dados, e que acompanha com empolgação as possibilidades dessa conexão. Em verdade, vejo o marketing como o caminho do meio entre a antropologia e a ciência de dados, onde a essência de um bom serviço está no bom uso desses dois fatores. E ignorar ou desprezar um deles não parece ser uma boa ideia. Dados já são o presente do marketing....

Os 20 melhores filmes de 2021

 A lista mostra os filmes assistidos em 2021, não necessariamente lançados. Excluídos filmes anteriores a 2020. A nota é sempre feita após o filme ser assistido e o ranqueamento baseado nela. Ou seja, é uma percepção direta e imediata, no máximo 24 horas após o filme ser visto. 10. Em um bairro de Nova York (2021), de Jon M. Chu Musical inspirado no sucesso da broadway “In the Heights”, primeiro sucesso de Lin-Manuel Miranda, autor de aclamado Hamilton. Apesar de em alguns pontos não conseguir manter uma consistência durante todas as suas duas horas e falhar em um climax importante, é difícil não se envolver com o poder e impacto das músicas que intercalam entre explosões de alegria e alma caribenha, até mergulhos emotivos que vão te levar às lágrimas. 9. Ataque de Cães (2021), de Jane Campion Um raro western que retrata a decadência da era por meio de um olhar introspectivo sobre os estereótipos que constroem a figura do cowboy e o que este guarda dentro de si. Além do belo estudo...