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Multicanalidade: Conexões entre varejo e instituições financeiras

As operações digitais não necessariamente precisam abrir mão do físico, mas utilizá-lo de uma forma que possa contribuir para a experiência da marca. O Magalu vem fazendo bem isso, gerando mais agilidade e eficiência para a sua logística. As instituições financeiras têm pontos físicos distribuídos por todo o Brasil, que podem representar um potencial enorme de conexão com seu público, se bem aproveitados. Em 2006 o então Magazine Luiza, agora apenas Magalu, precisou tomar uma importante decisão que mudaria os rumos da empresa. Inserida em um cenário digital e com o e-commerce sendo anunciado como o futuro do varejo, a empresa precisava decidir se migraria seu negócio para o digital ou se manteria firme os pés nas lojas físicas. A resposta foi nem um, nem outro, mas os dois. A decisão que hoje é vista como um grande acerto estratégico, foi denominada multicanalidade e busca atender o cliente aonde e da maneira que ele quiser. Porém, na época, a escolha não foi vista com tanto entusiasmo...

E do dia para a noite, sua marca está conectada ao nazismo. Como evitar?

A polêmica gerada pelo apresentador Monark, do Flow Podcast, na semana passada, relembra os riscos e as oportunidades dos patrocínios e parcerias na internet. A internet democratizou e diversificou a forma como as pessoas consomem entretenimento e informação. Se antes tínhamos poucas opções de escolha, hoje encontramos de tudo. Independente do tema ou assunto, sempre existe um site, blog ou canal no YouTube falando sobre. Para as marcas, isso é muito positivo, pois a principal característica desses canais é a segmentação de público. Ou seja, consigo interagir com um público menor, porém mais assertivo ao meu produto. Alguns desses criadores de conteúdo ultrapassam a audiência de nicho e conseguem alcançar multidões. É o caso do Flow Podcast, que conta com mais de 3 milhões de seguidores no YouTube e é um dos podcasts mais ouvidos do Brasil no Spotify. Quando isso ocorre, o interesse das marcas também muda, e os canais passam a atrair pelo tamanho e engajamento da audiência do que pela ...

Marketing fora do escritório

 O uso de dados vêm transformando a área de marketing de maneira acelerada. Mas o olhar apurado para o consumidor e o feeling do marketeiro ainda seguem essenciais.  Marketing nunca foi uma ciência exata. E por mais que os dados venham para tornar a área  cada vez mais assertiva, são tantas as possibilidades para um produto, serviço ou mensagem chegar ao consumidor final, que mesmo muito bem construído, sempre há um risco envolvido. Acrescente a isso um mercado que está em constante mudança e temos um cenário, que, mesmo rumando para um viés de números, ainda carece da percepção humana e do famoso feeling. E quem aqui fala é um entusiasta de dados, e que acompanha com empolgação as possibilidades dessa conexão. Em verdade, vejo o marketing como o caminho do meio entre a antropologia e a ciência de dados, onde a essência de um bom serviço está no bom uso desses dois fatores. E ignorar ou desprezar um deles não parece ser uma boa ideia. Dados já são o presente do marketing....

Os 20 melhores filmes de 2021

 A lista mostra os filmes assistidos em 2021, não necessariamente lançados. Excluídos filmes anteriores a 2020. A nota é sempre feita após o filme ser assistido e o ranqueamento baseado nela. Ou seja, é uma percepção direta e imediata, no máximo 24 horas após o filme ser visto. 10. Em um bairro de Nova York (2021), de Jon M. Chu Musical inspirado no sucesso da broadway “In the Heights”, primeiro sucesso de Lin-Manuel Miranda, autor de aclamado Hamilton. Apesar de em alguns pontos não conseguir manter uma consistência durante todas as suas duas horas e falhar em um climax importante, é difícil não se envolver com o poder e impacto das músicas que intercalam entre explosões de alegria e alma caribenha, até mergulhos emotivos que vão te levar às lágrimas. 9. Ataque de Cães (2021), de Jane Campion Um raro western que retrata a decadência da era por meio de um olhar introspectivo sobre os estereótipos que constroem a figura do cowboy e o que este guarda dentro de si. Além do belo estudo...

Anuncie de graça para a audiência do BBB

O BBB 22 nem começou e já superou os R$ 600 milhões em patrocínios. Mas não é só a Globo que pode lucrar com o programa. Muitas empresas aproveitam o hype do programa que inevitavelmente prende a atenção das pessoas para construir conteúdo e mídia e, assim, gerar mais engajamento e resultado para a marca. Algumas ações simples de fazer: Interagir com seu público usando o tema BBB Relacionar ofertas, promoções ou cupons de desconto com as provas ou participantes O conteúdo digital tende a ter mais engajamento se vinculado com hastags e marcações que estão em alta, como é o caso do programa. Decoração ou interações no ponto de venda alusivas ao programa Ampliar os assuntos gerados pelo programa (terão vários) que tenham conexão com seu negócio. E sempre: cuide de questões como direitos de imagem e só faça algo após diagnosticar que aquilo tem conexão com o que a sua marca acredita e quer transmitir.  Importante: A pauta aqui não é a sua opinião sobre o Big Brother. É uma oportunidade...

Os mestres já foram superados?

 O “novo marketing” que estamos conhecendo já há alguns anos vem trazendo desafios inéditos aos profissionais do setor. E cada vez mais questionando as teorias daqueles que o conceituaram  Sobre a publicidade: Há alguns meses uma entrevista do genial publicitário brasileiro Washington Olivetto à Época Negócios, ganhou destaque na imprensa por suas críticas ao uso excessivo de dados na propaganda em detrimento da criatividade. Olivetto argumenta que a publicidade atual está chata. Em uma segunda fala, ele diminui a importância dos influenciadores e dos creators atuais, apontando que são uma evolução dos “garotos-propaganda” do passado e não representam nada de novo. Nas falas dele: “Você pode ter até alguns personagens interessantes, mas são uma absoluta minoria, e estes vão desaparecer rapidamente”. Apesar de respeitar absurdamente toda a trajetória do publicitário, não há como eu discordar mais dele nesses dois dois pontos. Dados, marketing de influência e tecnologia é o que ...

Media for equity

O modelo que vem para dar novos rumos para o marketing de influência e o personal branding só está começando a dar as caras no Brasil e pode pôr fim ao modelo de negócios de publicidade como conhecermos Equity significa o patrimônio líquido da empresa, ou sua participação societária. Nesse contexto, equity representa os valores que os sócios e proprietários têm na empresa.  E mídia é mídia. Unir os dois termos significa trocar a cobrança de um determinado valor de “propaganda” ou serviços por participação na empresa ou nas vendas. As formas de como o  acordo pode ser realizado são as mais diversas, mas o pressuposto é ter o envolvimento da empresa ou profissional contratado no resultado da companhia contratante.  Todo produto ou serviço precisa de visibilidade para gerar venda, e este é o principal ativo oferecido por esses parceiros de mídia. O atual e tradicional caminho a ser seguido pelas empresas até então é a propaganda. Ou seja, pagar determinada quantia por um esp...