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Mostrando postagens com o rótulo gestão de pessoas

Pep Guardiola: liderança e alta performance

All of nothing: Manchester City, disponível na Amazon Prime revela um pouco dos bastidores da histórica campanha do técnico espanhol em seu segundo ano no time inglês Recentemente assisti a série/documentário All or nothing: Manchester City. Que acompanha o time inglês durante a temporada de 2017/2018, quando conquistou o seu quinto título da Premier League, sendo o primeiro clube a superar o barreira com 100 pontos. O início dessa trajetória vitoriosa começou um ano antes com a contratação do treinador Pep Guardiola, vindo do Bayern de Munique. Ele comandou uma revolução no modo de jogar futebol do clube que exigiu uma enorme transformação para os jogadores. A série entrega um pouco dos bastidores sobre o modo que Guardiola usa para comandar sua equipe e os movimentos que o clube fez para adaptar investimentos e estratégia à forma de pensar do treinador.  Apesar de breve, apenas 8 episódios de, em média 45 minutos, o passeio entre vestiários, palestras de preparação para os jogos,...

Dissemine a cultura do branding para toda a empresa

  Quando uma empresa conta com uma área de marketing, é quase sempre para ela também que recai toda a responsabilidade com a marca da empresa. Um olhar mais coletivo sobre essa questão pode trazer bons insights e resolver problemas de experiência. Há até pouco tempo a área de recursos humanos era o setor responsável pela gestão de pessoas dentro de uma empresa. Recaia sobre os ombros do diretor de RH e sua equipe a responsabilidade pelo desenvolvimento dos funcionários, a definição de promoções e demissões, a abertura de novas vagas, o modelo de gestão a ser seguido, o temido índice de turnover, e principalmente, o clima da empresa. Se algum desses fatores não andasse bem, era dever da equipe de RH encontrar soluções adequadas para isso. Nas últimas décadas um olhar mais atualizado sobre o tema mostrou que, apesar da liderança estratégica e orientadora de Recursos Humanos, a responsabilidade por muitos dos fatores que envolvem pessoas é dos gestores e líderes da empresa. Dificilmen...

Intraempreendedores

Vem crescendo o número de pessoas que deixam as empresas para abrir seu próprio negócio. Junto a isso, as empresas reclamam da falta do um “espírito empreendedor” em seus funcionários. Não chegou a hora de unir empreendedorismo e carreira profissional? Entre as discussões sobre o futuro do trabalho, me chama a atenção o debate sobre como as empresas vão lidar com funcionários que tem planos de empreender e veem a carreira dentro da empresa como uma etapa de passagem para atingir seu objetivo. Não é regra, mas normalmente pessoas com características empreendedoras possuem habilidades profissionais que as empresas mais procuram. E se desfazer desses profissionais sempre gera grande trabalho e adaptações até encontrar novos profissionais para substituir. As empresas já caminham para conter esses funcionários oferecendo vantagens, recompensas e cargos mais atrativos. O Google, por exemplo, permite que 20% da jornada de trabalho de seus funcionários seja para trabalhos pessoais....

Diga-me como trabalhas, e te direi quem tu és

Existem formas e formas de chegar a um objetivo. Por isso acredito que além do resultado final, a jornada tem enorme importância no alcance das metas. Mas as novas empresas estão pensando nisso? Cada vez mais o mundo corporativo está mais volátil, incerto, ambíguo e complexo. A soma desses fatores faz com executivos e empreendedores tenham a sensação de estar em estado de alerta 24 horas por dia e transmitam essa sensação para seus times e equipes. Se por um lado, temos um grande crescimento de pessoas buscando equilibro entre a vida pessoal e profissional, do outro, parece que a busca sem limites pelo dinheiro que perseguia a geração X vem ganhando uma retomada alicerçada nos pilares da tecnologia e da exponencialidade. O mundo das startups é um exemplo disso. O estilo workholic está novamente sendo valorizado, a figura do chefe turrão é venerada e o tal do “no pain, no gain” é regra. Se não houver sacrifícios, não há celebrações. Sacrifícios hora ou não, ão de acontecer. Est...

Menos controle, mais gestão

Quatro motivos que vem levando as empresas a revolucionar o modo de gerir seus funcionários Teve um tempo em que essas palavras eram praticamente sinônimos. Gestão era confundida com controle e ordens. O termo gestor nem existia. Era chefe mesmo. A gestão inclusive só era vista atrelada a hierarquia da empresa. Qualquer vínculo diferente a este corria sérios riscos de causar conflito entre área. Os tempos mudaram e atualmente a gestão “moderna” se mostra muito mais preocupada com autonomia e confiança do que qualquer outro aspecto. Muito porque é cada vez mais comprovado que esses dois fatores resultam em um melhor desempenho das equipes e mais performance das mesmas. Essa nova forma de gerir equipes só é possível pelo claro amadurecimento das instituições e da própria sociedade, o que gerou consequências no tratamento que as empresas oferecem ao seu corpo de funcionários. Cito aqui quatro deles: O primeiro é a evolução do departamento de Recursos Humanos, antes preocupad...

9 Ensinamentos de Tite, o técnico da Seleção Brasileira, sobre gestão de pessoas

Não precisa gostar de futebol, não precisa saber a lista de convocados e nem ser fã do Neymar. Tem um assunto bem diferente que pode atrair seus olhares nesse mundial: gestão. Se o futebol não é seu ponto forte, assista a Copa simplesmente para entender sobre pessoas, sobre como geri-las, sobre superação e trabalho em equipe com um dos melhores coachs do mundo: o técnico da Seleção Brasileira: Tite. A Copa do Mundo se aproxima e com ela um sentimento que há tempos não cultivava: torcer pelo Brasil. Há menos de um ano nossa Seleção voltou a trazer alegria, a jogar bem, a não perder e trazer esperanças reais de título. Mas como pode essa mudança ter ocorrido de forma tão rápida? Em 2016 eramos eliminados da Copa América na fase de grupos e estávamos em sexto lugar nas Eliminatórias, ou seja, fora do Mundial. Agora, menos de dois anos depois, ingressamos na Copa do Mundo como seleção favorita ao título, com confiança alta e jogando um dos melhores futebol da atualidade. Tr...