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Oscar 2012 - Resultados e comentários

Ao final, foram 18 acertos e seis erros! Tirando as categorias que não vi (curta de animação, curta metragem, documentário e curta documentário), acertei 17 de 20. Essa ano meu site de palpites (betboo) não abriu apostas para o Oscar, então procurei alguns bolões pela internet e fiz as minhas. Por enquanto ganhei apenas um Vale Presente de R$ 50,00 e perdi de ganhar 360 euros no Bwin (foto) por ter perdido o Cartão de Crédito semana passada e ele ainda não ter chegado! Valeu Santander! Pritscreen da possível vitória! Mas vamos aos comentários: FILME VENCEU: O Artista Minha aposta :   O Artista Merecido, para mim, não era o melhor entre os indicados, mas cumpriu todas as exigências de um filme de Oscar e não posso dizer que O Artista não seja um excelente filme. Nostalgia da primeira a última cena! DIRETOR  VENCEU: Michel Hazanavicius, por O Artista Minha aposta : Michel Hazanavicius. Merecido! Levou muito bem o filme. Preocupou-se em fi...

Oscar 2012: Apostas

Na última hora, mas estão prontas! Abaixo, minhas apostas para o Oscar deste ano: FILME Minha aposta :   O Artista . Gostaria que vencesse:   Hugo Cabret ou Meia noite em Paris. Este ano não tivemos um grande filme na premiação, mas todos os indicados, com exceção de Tão forte e tão perto (que não assisti) e Cavalo de Guerra, são ótimos! DIRETOR  Minha aposta : Michel Hazanavicius. Gostaria que vencesse:   Scorsese ou Woody Allen. Ou qualquer um que não seja Alexander Payne ATOR  Minha aposta : Jean Dujardin. Gostaria que vencesse: Dujardin, impecável em O Artista ATRIZ Minha aposta : Meryl Streep Gostaria que vencesse: A mais difícil! Briga feia entre Streep e Viola Davies. Tudo indica vitória de Davies, mas o trabalho realizado por Meryl Streep em A Dama de Ferro está impecável e o fato dela ter sido indicada 17 vezes e ganhado “apenas” duas vezes, talvez pese. Torcida total para Meryl Streep. PS: Rooney Mara em “Mil...

Sobre aquele que me ensinou a ler

Não é novidade para ninguém a minha incapacidade em recordar qualquer acontecimento que tenha ocorrido, nem que este fosse há dez minutos. Minha falta de memória é um carma que torço que mude algum dia. Em compensação, há fatos muito antigos que me recordo com a maior facilidade e fatos novos, que tenho a certeza, ficarão guardados por um longo tempo.  O que aconteceu neste final de semana, por exemplo, é um deles. Perder alguém ao qual convivi a vida inteira junto não é nada fácil, ainda mais se tratando de um familiar. Meu avô partiu nesta sexta-feira, vítima de câncer, que perdurou pelos últimos quatro anos de sua vida. Uma doença horrível, que anunciava a chegada de um dia ainda pior. Sempre que via meu avô, nesses quatro anos, ele estava deitado em uma cama, se alimentando apenas de líquido e suportando a dor a base de calmantes. Uma situação indesejável para qualquer pessoa. Saí da minha cidade no primeiro ano da doença e voltava para lá, em média, uma vez por mês. Aco...

A fita K7 ou, como me tornei colorado!

O ano era 1997, mas lembro como se fosse hoje! Até então, não tinha a mínima ideia do que era o Internacional. Para mim, um time que vestia vermelho, só! Mas naquele ano aquele time fraco e inexpressivo vencia o então, bi campeão da américa e do campeonato brasileiro. Aquele time ganhou de 1 a zero e festejou como nunca o título do campeonato gaúcho de futebol. Para mim, na época com seis anos de idade, não existia alegria maior! Aquele seria o meu time, ao qual me tarjava a título de torcedor! É fato que ainda antes disso já possuía a vestimenta vermelha, dada por pais colorados, mas não significava a mesma coisa. Um fator, como nenhum outro intensificou essa paixão. Uma fita K7! Ganhei ela de não sei quem, não sei quando, não sei como! Uma fita K7 com o brasão do Internacional na capa. De um lado, vários gols do Inter narrados, se não me engano por Haroldo de Souza, do outro, ou jogo completo (ou partes) do Grenal dos 5 a 2 no campeonato brasileiro do mesmo ano! Era engraçado! Eu a o...

George

Alguns momentos que a vida nos proporciona são engraçados. Nunca acreditei em coincidências nessa vida, creio que tudo que acontece a cada um de nós, tem algum outro sentido (muito além de nosso conhecimento), complicado de entender. Não coloco em discussão a veracidade desse pensamento, apenas deixo perguntas no ar. Esta manhã ao pesquisar valores para uma nova máquina de lavar, percorri pelo centro algumas lojas de eletrodomésticos. Na última, onde passei um tempo maior em negociação com o vendedor, ouvia pelo som ambiente da loja a música “My Sweet Lord” do eterno Beatle George Harrinson. Fazia tempo que não escutava algo da carreira solo de Harrinson, um pouco pela comoção que foi o show de McCartney (vide o último post), um pouco pelos acontecimento factoides envolvendo revistas e John Lennon. Em resumo, sem sombra de dúvidas, novembro foi o mês mais Beatle de minha vida. O show de Paul McCartney, os discos e notícias de John e o anúncio de que Ringo Starr poderia vir ao Brasil em...

Yesterday

Esta noite tive um sonho maluco! Sonhei que estava em Porto Alegre, na frente do Beira Rio, uma multidão de pessoas ao redor. Todo mundo com camisas parecidas, sempre com quatro pessoas nelas, inclusive eu vestia uma assim. Fiquei 4 horas e meia parado no sol, esperando aquela fila andar! O mais engraçado é que ninguém reclamava, pior, riam, via-se todos com os olhos brilhando, jovens, pessoas mais velhas, adultos, crianças... A fila andou, em questão de 10 minutos estávamos dentro daquele estádio, lindo como nunca, entramos correndo, dando a volta em metade do anel inferior. Não sei para onde corríamos, mas corríamos, um lugar esperava por nós, não olhávamos para os lados, era pouca gente e as horas de espera valeram a pena, e aquela corrida não nos levou, nos trouxe a um lugar que esperava por nós. Um lugar perfeito, a 500 metros de um palco gigante, ele só já era uma atração. Achei que tínhamos ido ver o palco. Mas sentamos e esperamos o que diziam ser algo mais, algo nunca visto an...
"Eu volto aos filmes antigos não apenas para revê-los, mas também com a esperança de reviver as sensações de quando os vi pela primeira vez. (Isso não se aplica somente aos filmes, mas a tudo na vida). David Gilmour, O clube do Filme, p. 150