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Mostrando postagens com o rótulo comunicação

A Ambev está reinventando a forma como fazemos comunicação

 A Ambev é uma empresa brasileira detentora das principais marcas de bebidas do país e também do mundo, como Skol, Brahma, Budweiser, Stella Artois, Guaraná Antarctica entre outras. Mas isso você já deve saber. E se não sabia, descobriu nesse ano que passou. Seja pelas doações de álcool gel, pela mídia com campanhas publicitárias ou até mesmo dentro de músicas sertanejas. A Ambev é quem melhor faz marketing no Brasil atualmente, e tem muito o que falar sobre suas ações. A Ambev é a quarta maior empresa do Brasil em valor de mercado (R$ 201 bi) e a sexta empresa que mais gasta com publicidade no Brasil (Meio & Mensagem). Skol e Brahma são respectivamente a terceira e quarta marcas mais valiosas do país (Interbrand). Isso é para não deixar dúvidas do tamanho e da capacidade de investimento da empresa. E apesar de todo esse tamanho, depois de 20 anos, as marcas da Ambev não vão mais patrocinar o futebol da maior empresa de mídia do país, a Globo. O valor anual investido pela Ambev...

Mais propaganda, menos vendedores

A evolução na forma de comprar, o empoderamento do consumidor e as várias opções de na hora de escolher um produto vem deixando a figura do vendedor B2C cada vez mais em desuso, e sendo substituída por aquela que antes mais o auxiliava: a propaganda.   Cena comum no final de mês nas empresas:  reunião na segunda-feira para atualizar a meta e o que falta até o dia 30. Proposta arrojada do supervisor para motivar a equipe. Dá para alcançar os 100% e se pá, chegar a 105%. Quem bater 110% tem bônus. Vídeo motivacional, grito de guerra e todo mundo sai, um pouco alucinado, um pouco ansioso. “Hoje o comércio do seu José vai precisar me ajudar a fechar o mês...”. Cenários como este, que ainda são comuns, tem boas chances de sumir em um futuro próximo. O marketing 3.0 vem invertendo a lógica do processo de vendas e cada vez mais é a marca que precisa encontrar o cliente. Se tempos atrás a frase “produto bom se vende sozinho”, dava a entender que a propaganda em si não er...

A nova campanha da Gillette, as bolhas sociais e uma discussão sobre a nossa atual sociedade

A Gillette é uma das marcas mundiais que mais tem conexão com o público masculino e uma das poucas que viraram sinônimo do produto, afinal, ninguém compra lâmina de barbear, todo mundo compra Gillette. A Gillette também é uma marca que poucas vezes se reposicionou. Como líder de mercado por décadas, suas ações de marketing sempre ditavam o mercado e ainda ditam. Mas como toda a empresa centenária que se mantém viva até hoje, está precisa acompanhar as transformações sociais e culturais da sociedade. Então, se há 50 anos era comum vermos uma propaganda da Gillette de crianças se barbeando, hoje, é consenso que uma campanha com esse teor não seria bem-vinda. Também sabemos que muitas de suas campanhas até pouco tempo apresentavam um teor machista. Isso não é demérito da marca, mas do mercado. O machismo na propaganda era comum há até pouco tempo, assim como a hiper-sensualização de mulheres em comerciais de cerveja ou de modelos com corpos impossíveis em comerciais de produto...

Campanha da Nike com Colin Kaepernick é marco para o marketing 3.0

No último dia 3, ao celebrar 30 anos da campanha Just do It, a Nike fez história ao lançar o comercial Crazy Dream com Colin Kaepernick, astro de futebol americano da NFL que há dois anos passou a se ajoelhar em campo durante a execução do hino nacional americano como protesto contra a opressão racial no país, num momento em que ocorriam execuções de negros nas ruas do país. O gesto do jogador, que foi seguido por outros jogadores da liga, foi interpretado por muitos como desrespeitoso. Desde então, Kaepernick não consegue emprego em nenhum time na NFL, ao que ele atribui como retaliação ao seu posicionamento político. Resultado: protestos nas redes sociais, pessoas queimando produtos e US$ 43 milhões em mídia espontânea e 31% de aumento de vendas nos três primeiros dias após seu lançamento. Análise: A Nike não é gigante por acaso. A ação logicamente foi muito bem arquitetada e sabendo os riscos que correria. E é justamente esse o fator que torna essa campanha um marco. A Nik...

Não confunda plano de ação com estratégia

Construir um plano de ação para deixar claro o que deve ser feito dentro da empresa é, sim, parte importante do processo de execução, mas pode ser a única. A cena é comum em reuniões de equipe: os gráficos são analisados, discutidos e uma decisão é tomada. Aí ele surge, o famoso plano de ação para “colocar no papel” as definições e como atingir o objetivo acordado. O mais famoso deles é o chamado 5W2H e suas inúmeras adaptações. Até aí tudo bem - ou nem tanto -, a questão é viver apenas destes planos sem dar atenção a uma estratégia maior que deve estar por trás deles. Planos de ação são realmente importantes e úteis, porém, apenas para a etapa de execução. O erro se dá quando queremos encaixá-los em todas as etapas de um processo de desenvolvimento empresarial. Um plano de ação representa, de maneira simples, a descrição de um plano para executar uma ação. E por ação entendemos o modo como será executado determinado objetivo. Uma ação isolada dificilmente se mostra boa co...

Vamos falar sobre isso?

Em 2010 fui ao show do Paul McCartney, em Porto Alegre. Fui sabendo que seria a primeira e talvez a última vez que veria um beatle vivo na minha frente. Seria uma experiência única então precisaria aproveitar cada minuto, cada segundo. Pensando nisso, levei minha câmera digital e meu celular, claro. No entanto, quando o show começou, por mais que o estádio inteiro ao meu redor estivesse de câmeras e celulares a postos para filmar aquele momento histórico, optei por registrá-lo apenas com os olhos. Não tenho nenhuma foto e nenhum vídeo daquele show. A lembrança que tenho de Paul está na minha memória. Aproveitei todos os instantes, guardei comigo todas aquelas emoções que vão durar a vida inteira, e quando der vontade de rever qualquer momento, tenho a mordomia de assistir pelo Youtube todos os vídeos lá gravados e por consequência, publicados.                 O motivo da lembrança é este vídeo aí em...