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Intraempreendedores

Vem crescendo o número de pessoas que deixam as empresas para abrir seu próprio negócio. Junto a isso, as empresas reclamam da falta do um “espírito empreendedor” em seus funcionários. Não chegou a hora de unir empreendedorismo e carreira profissional? Entre as discussões sobre o futuro do trabalho, me chama a atenção o debate sobre como as empresas vão lidar com funcionários que tem planos de empreender e veem a carreira dentro da empresa como uma etapa de passagem para atingir seu objetivo. Não é regra, mas normalmente pessoas com características empreendedoras possuem habilidades profissionais que as empresas mais procuram. E se desfazer desses profissionais sempre gera grande trabalho e adaptações até encontrar novos profissionais para substituir. As empresas já caminham para conter esses funcionários oferecendo vantagens, recompensas e cargos mais atrativos. O Google, por exemplo, permite que 20% da jornada de trabalho de seus funcionários seja para trabalhos pessoais....

Diga-me como trabalhas, e te direi quem tu és

Existem formas e formas de chegar a um objetivo. Por isso acredito que além do resultado final, a jornada tem enorme importância no alcance das metas. Mas as novas empresas estão pensando nisso? Cada vez mais o mundo corporativo está mais volátil, incerto, ambíguo e complexo. A soma desses fatores faz com executivos e empreendedores tenham a sensação de estar em estado de alerta 24 horas por dia e transmitam essa sensação para seus times e equipes. Se por um lado, temos um grande crescimento de pessoas buscando equilibro entre a vida pessoal e profissional, do outro, parece que a busca sem limites pelo dinheiro que perseguia a geração X vem ganhando uma retomada alicerçada nos pilares da tecnologia e da exponencialidade. O mundo das startups é um exemplo disso. O estilo workholic está novamente sendo valorizado, a figura do chefe turrão é venerada e o tal do “no pain, no gain” é regra. Se não houver sacrifícios, não há celebrações. Sacrifícios hora ou não, ão de acontecer. Est...

Diga-me como anuncias, e direi como tua empresa é

Não são raros os casos de empresas que comprometem sua marca por ações ocasionais ou tomadas por impulso. Um branding bem executado é um branding bem construído. E quanto mais bem construído e claro, mais difícil cair nas pequenas armadilhas do mercado. Um dos princípios do marketing 3.0 definido por Kotler é claro e projeta uma relação sustentável entre empresa e consumidor. Muito disso pelo empoeiramento deste, que cada vez tem mais conhecimento sobre o que está comprando e quem está vendendo. Outro fator são as opções de mercado, que vem ocupando todos os nichos de consumo e produzindo produtos e serviços cada vez mais específicos e personalizados. Este cenário vem levando cada vez mais as empresas a trabalharem seu branding, ao ponto de redefinir seu conceito de marca ou até mesmo seu posicionamento de mercado. O marketing então deixa de ser desenvolvido de dentro da organização para fora, e passa a ser trabalhado em seu caminho inverso, ou seja, observando o mercado, e a...