“Não acredito que VOCÊ ouve isso”! Essa é a frase que mais escuto quando afirmo que escuto um dos estilos musicais brasileiros com mais preconceito no país. Nesse breve texto talvez surja uma justificativa para minha escolha. Antes de tudo, deixo claro que não quero colocar nessas linhas nenhum embasamento teórico ou musical sobre o ritmo, melodia, letras, etc. Música para mim, na maioria dos casos, representa um estado de espírito, arte, sensação, sentimento. Levo a sério o que ela me transmite, o que sinto quando a escuto e o que o artista transmite quando a canta. Talvez por isso deva dizer que antes de um fissurado por samba e pagode, tenho paixão maior pela música clássica, das sinfonias lindíssimas de Chopin a Debussy. Me encanto com as composições de Chico Buarque e Vinícius de Moraes, sinto a nostalgia e a energia do pop rock nacional, de Engenheiros do Hawaii a Skank, não troco o meu rock por nada, de Beatles a Black Keys e não existe nada mais dançante que um bom som ele...
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